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CD Recovery Toolbox


O CD Recovery Toolbox é uma ferramenta para recuperar arquivos armazenados em CD, DVD, HD DVD, Blu-Ray, etc. Ele recupera arquivos de mídias com problemas como: riscos, mofo, umidade e até mesmo de gravações mal sucedidas. O funcionamento do software é bem simples, basta colocar a mídia no drive e exeuta-lo, um wizard orienta o usuário para selecionar quais arquivos da mídia ele deseja salvar e onde.
Alem de todas essas facilidades o software é freeware, ou seja, totalmente gratuito.
Pode ser baixado aqui.


Prevenção contra a perda de dados


Imagine a lixeira do seu computador, tudo aquilo que você não quer naquele momento vai parar lá. E durante o mesmo dia executamos a opção conhecida "Esvaziar Lixeira". Pronto, lixeira vazia!
Espere aí, não estou achando aquela monografia para entregar amanhã, não acredito! Mandei para a Lixeira, e agora?

Devido a esses acidentes o designer Franco Cagnina criou O TEMPO, trata-se de uma segunda lixeira que você deixa ao lado de seu micro, tem conectividade Bluetooth e salva todos os arquivos que são apagados de seu computador, a capacidade é de 250GB, além disso a lixeira vai se enchendo como se fosse um copo com suco, indicando a capacidade disponível.
Funciona perfeitamente para seu PC ou MAC.


Quer acabar com o aquecimento?

Cansou de colocar 'n' coolers em seu micro?
Water Cooler, não funciona mais?
Seu micro trava constantemente?

Esse maluco achou a solução! Com algumas cartolinas e fitas crepes é possível fazer o mesmo.. veja:


Segundo relatos o sistema não travou mais e a temperatura baixou pela metade!

Obs: Mas a conta de luz deve ter subido... hehehe

Fonte: http://www.techchee.com

Seu HD esquenta demais?

Bom, então esta na hora de colocar um cooler nele, ou melhor um Water Cooler!


Este é o primeiro sistema de resfriamento a base de água para HD's, foi criado por uma parceria da NEC e Hitachi. Ainda não está a venda, mas não vai demorar muito para isso!

Fonte: http://www.techchee.com/category/computer-hardware/

HD da Era da Pedra!

Foi encontrado um fóssil de um HD de pedra dentro de uma tumba faraônica no Egito...


Brincadeirinha!

O HD no formato de pedra, que tem a superfície áspera e gelada, foi desenvolvido pelo designer Michael Leung. A pedrinha tem capacidade de 4GB e pode ser carregada no bolso.

Fonte: http://geeksugar.com/534588

Sistemas de arquivos NTFS


NTFS é a sigla para New Technology File System. Desde a época do DOS, a Microsoft vinha utilizando o sistema de arquivos FAT, que foi sofrendo variações ao longo do tempo, de acordo com o lançamento de seus sistemas operacionais. No entanto, o FAT apresenta algumas limitações, principalmente no quesito segurança. Por causa disso, a Microsoft lançou o sistema de arquivos NTFS, usado inicialmente em versões do Windows para servidores. Nas próximas linhas, você saberá a respeito do funcionamento do NTFS e conhecerá sua história.

Como o NTFS surgiu

O sistema de arquivos FAT é aceitável e perfeitamente funcional para a maioria dos usuários domésticos. Trata-se um sistema antigo, que mesmo com novas versões, herdou a simplicidade da primeira versão. Veja mais sobre FAT aqui. As limitações do FAT, principalmente quanto à segurança, capacidade e confiança, fizeram do FAT um sistema de arquivos inadequado para uso em servidores e aplicações críticas. A Microsoft, estando ciente disso, decidiu desenvolver um sistema de arquivos que se adequasse aos princípios de funcionamento do Windows NT e lançou o New Technology File System, conhecido pela sigla NTFS. Entre os objetivos da idealização do NTFS estavam o fornecimento de um sistema de arquivos flexível, adaptável, altamente seguro e confiável. Sem dúvida, tais características fizeram do Windows NT um sistema operacional aceitável para as aplicações cujo seu desenvolvimento foi planejado.

A idéia de lançar o Windows NT surgiu em 1990, quando a Microsoft sentiu a necessidade de ter um sistema operacional com as qualidades citadas acima e com funcionalidades típicas de servidor. Nesta época, a Microsoft não tinha nenhum sistema que pudesse se equiparar ao poderoso Unix (tinha somente o MS-DOS e o Windows 3.x). Decidida a ter uma fatia do mercado que pertencia ao Unix, a Microsoft deu início ao desenvolvimento do Windows NT. Esta sigla - NT - significa New Technology. A Microsoft logo percebeu que este novo Windows não teria sucesso se utilizasse o FAT, pelas razões já citadas. Era preciso criar um sistema de arquivos novo.

O NTFS foi desenvolvido e muitos até hoje pensam que ele é um sistema de arquivos inteiramente desenvolvido pela Microsoft, o que não é verdade. Seu projeto foi baseado nas análises das necessidades do novo sistema operacional, mas seus conceitos funcionais foram "herdados" do sistema de arquivos HPFS (High Performance File System). Um sistema operacional muito conhecido nesta época era o OS/2, um projeto realizado em conjunto entre a Microsoft e a IBM. Ambas as empresas estavam tentando criar um sistema operacional de grande sucesso, cujo apelo principal seria a capacidade gráfica (lembre-se que naquela época, era muito maior o uso de sistemas operacionais baseados em linha de comando, como o DOS). O OS/2 de fato continha inovações tecnológicas, mas esbarrava nos quesitos suporte e marketing. Fora isso, a IBM e a Microsoft começaram a se desentender e a empresa de Bill Gates decidiu abandonar o projeto e se dedicar ao desenvolvimento do Windows NT. No entanto, a Microsoft acabou levando consigo muitos conceitos funcionais do sistema de arquivos do OS/2, o HPFS. É claro que tais conceitos foram essenciais para a criação do NTFS, o que fez com muitos pensassem que a Microsoft passou um golpe na IBM. No entanto, este artigo não visa discutir isso.

Características do NTFS

O NTFS possui características importantes, que o fez ser considerado um bom sistema de arquivos. Entre essas qualidades estão: confiança, pois permite que o sistema operacional se recupere de problemas sem perder informações, fazendo-o ser tolerante a falhas; segurança, onde é possível ter um controle de acesso preciso e ter aplicações que rodem em rede, fazendo com que seja possível o gerenciamento de usuários, incluindo suas permissões de acesso e escrita de dados; armazenamento, onde é possível trabalhar com uma grande quantidade de dados, permitindo inclusive o uso de arrays RAID; rede, fazendo do sistema plenamente funcional para o trabalho e o fluxo de dados em rede.
Há muitas outras características, que ficam mais ainda visíveis se comparadas ao FAT. A Microsoft vem trabalhando bastante para aperfeiçoar o NTFS, por isso, é de se esperar que novas características sejam implementadas no sistema de arquivos, de acordo com o lançamento de novas versões do Windows.

Versões do NTFS

Assim como aconteceu com o FAT, o NTFS também tem versões, que foram lançadas principalmente no surgimento de novos Windows. A cada versão, correções de falhas são feitas, suportes a hardware são implementados e novas características são dadas ao NTFS. A princípio houve o NTFS 1.0 usado no Windows NT 3.1 (por isso, esta versão do NTFS também ficou conhecida por NTFS 3.1).

Com o lançamento do Windows NT 4, o NTFS ganhou a versão 1.1 (ou versão 4). Esta versão também foi usada no Windows NT 3.51. O sucesso do Windows NT foi tão grande que sua versão do NTFS virou referência em sistemas de arquivos.A Microsoft não ficou parada e lançou a versão conhecida como NTFS 5.0 com o lançamento do Windows 2000, substituto do Windows NT. Apesar da nova versão, o NTFS 4 foi tão difundido que seu suporte a outro sistemas operacionais não acabará tão cedo.

Esta nova versão do NTFS possui novas características importantes, além daquelas herdadas da versão anterior. Essas mudanças foram essenciais para fazer do Windows 2000 um sistema que fosse realmente adequado para substituir o Windows NT. Só para servir de exemplo, o serviço Active Directory é um dos chamativos do Windows 2000 e foi implementado graças a alterações no FTFS. Entre os novos recursos do NTFS 5 estão: Reparse Points, onde arquivos e pastas dentro do sistema de arquivos podem ter ações associadas a eles, de forma que operações particulares a estes arquivos possam ser executadas; novas características de segurança, onde o mecanismo para gerenciamento da segurança e de usuários, principalmente em relação a acesso e arquivos foram melhorados; quotas de discos, onde o administrador do sistema pode determinar o espaço em disco disponível a um usuário ou a um grupo de usuários; diários de alterações, onde volumes podem ser ajustados para rastrear as operações efetuadas nos arquivos e pastas; codificação, onde o sistema permite que arquivos sejam codificados/decodificados automaticamente; suporte a arquivos esparsos, onde é possível armazenar de forma eficiente arquivos esparsos (que são arquivos grandes mas que possuem algumas estruturas vazias, desperdiçando espaço em disco).

Com o lançamento do Windows XP, Windows 2003 Server e futuras versões, o NFTS vai ganhando melhoramentos e novas características, mas certamente a versão 4 ainda será uma referência. Isso deixa claro que o NFTS não deixará de ser usado tão cedo pela Microsoft.

Funcionamento do NTFS

Conforme as características herdadas do HPFS, o NTFS trabalha de uma forma mais eficiente no gerenciamento do espaço de disco. Isso porque as informações são armazenadas em uma base por setor do disco, em vez de utilizar clusters de múltiplos setores (veja mais sobre isso lendo o artigo sobre FAT). Essa forma de trabalho, traz várias vantagens, como menor necessidade de desfragmentação de disco e maior consistência de dados. Isso porque essa arquitetura de dados por base em setor permite manter os dados próximos, ou seja, não espalhados pelo disco. Até o gerenciamento de grandes quantidades de dados é beneficiado por esta característica, já que como acontecia com o FAT, trabalhar com clusters por setor, fazia do sistema de arquivos dependente de um número pré-determinado de setores.

Escrito por Emerson Alecrim - Publicado em 27/07/2003 - Atualizado em 10/01/2004

988 exabytes em 2010, existe limite?

Existirá limites para armazenar todo conteúdo da Internet em um futuro próximo?

Tente imaginar o que são 988 exabytes de informação. Se 1 exabyte é o equivalente a 1 bilhão de gigabytes (e 1 GB é 1 bilhão de bytes), os 988 exabytes são o mesmo que 988.000.000.000.000.000.000 bytes. Esse número gigantesco, com 18 zeros, é a quantidade de informação digital que o mundo terá em 2010.

O dado faz parte do estudo "Universo Digital em Expansão", da IDC e EMC Corporation. É a primeira vez que se faz um balanço e previsão de todos os arquivos criados e distribuídos no mundo.

Para se ter idéia do que significam 988 exabytes, valem algumas comparações. São 1,4 trilhões de CDs e 12,3 bilhões de HDs de 80 GB, os mais comuns do mercado hoje. Em termos qualitativos, o número é 3 milhões de vezes maior do que a informação contida em todos os livros já escritos - ou equivalente a 12 pilhas de livros, cada uma medindo mais de 150 milhões de quilômetros (a distância da Terra ao Sol).

Fonte: Estadão.com.br

Notebook de funcionário da VeriSign é roubado

Essa é boa!

Segundo essa notícia vai ser difícil os ladrões roubarem os dados da empresa, parece piada mas leia um dos trechos:

"A empresa, entretanto, informou que as informações não estavam codificadas, mas que o computador estava desligado e era preciso login e senha para abri-lo. "Até onde sabemos, os ladrões não têm a senha", disse a carta."

Como se fosse muito difícil burlar o login e senha de um sistema operacional, essa é a segurança que as empresas tem com seus dados!?

GetDataBack

Esse software vem fazendo muito sucesso no mundo da Recuperação de Dados, o GetDataBack é um software avançado para a recuperação de dados, tem entre suas principais funções:
  • Restaurar tabelas de partição de discos;
  • Restaurar registros de boot;
  • Recuperação de diretórios root corrompidos ou perdidos devido;
  • Recuperação de arquivos apagados;
  • Formatações indevidas;
  • Falhas do SO em quedas de energia.
Existe uma versão específica para partições FAT e NTFS. O demo pode ser baixado aqui.

Da série: Ocupando aquele HD velho com problemas

Você tem muitos HD's ocupando espaço e não acha nenhuma utilidade para eles?
Esta disposto a entrar no Guinness Book?
É a sua chance! Podemos juntar todos os nossos e fazer o mesmo, veja!

Outras maneiras de usar o seu HD.

Cansou de tentar salvar os arquivos do HD que foi pro "pau"?
Compre um Tang Laranja, pegue o açúcar, o HD ferrado e um recipiente.
Não entendeu?
Olha ai como se faz então!

Congelando o HD!

Quem nunca ouviu falar naquele tipo de HD que esquenta muito ou que aparentemente esta funcionando normalmente mas não conseguimos acessar seus dados? A solução que muitos adotam é congela-lo! Eu já ouvi, vi e também fiz! E o pior disso tudo é que as vezes funciona, porem existem algumas "técnicas" para faze-lá, só lembrando você caro leitor, não estou incentivando está prática pois pode acabar de vez com a esperança de conseguir salvar os dados.

Bom a melhor maneira de fazer esse procedimento, é enrolarmos o HD em um plástico (mais grosso que aqueles de sacolinha de supermercado) temos que ter cuidado para não deixar nenhuma abertura para a entrada de aguá por exemplo, por isso a fita durex larga ajuda nessa hora insana. Colocarmos no congelador por alguns minutos (no mínimo 30min) e rezar.


Fisicamente falando partimos do ponto que o HD é de metal e o metal quanto maior o calor ele se expande e quanto maior o frio se retrai. Por essa razão podemos tentar fazer a dica, em HDs mais antigos onde os materiais usados eram mais rústicos as chances de funcionar é maior. Lembrando que os dados dos discos são gravados em trilhas, supondo que com o disco tenha se expandido e a cabeça de leitura não esteja conseguindo acessar a trilha, resfriando o HD as trilhas podem voltar a se reorganizar tempo suficiente para podermos fazer o backup dos dados.

Introdução ao MHDD Drive Diagnostic 4.6

Muitos de nós já tivemos problemas com HD's que não formatavam mais ou que até mesmo nem na BIOS era reconhecido. O MHDD é um software de diagnóstico, ele realiza suas tarefas rapidamente, em torno de 20GB a cada cinco minutos, trazendo diagnósticos precisos de toda a superfície e também das cabeças de leitura, além dos dados armazenados. Sabem os famosos Bad blocks ou Setores defeituosos? Ele os elimina! Esse é um dos principais recursos desse software, pois consegue eliminar completamente esses setores defeituosos que muitas vezes prejudicam o funcionamento de um HD.




Por experiência própria, posso relatar que muitos discos com defeitos descartados por "técnicos" e usuários comuns, possuíam alguma trilha danificada por Bad Blocks, esse defeito é muito comum hoje em dia e digamos fácil de resolve-lo. Por essa razão vamos falar um pouco do MHDD e seu funcionamento.



MHDD Drive Diagnostic 4.6



Onde baixar? Aqui!

Objetivo: Recuperação e Diagnóstico de HD's.

Sistema mínimo suportado:
Intel Pentium ou CPU's compatíveis, 4 megabytes de RAM, MSDOS 6.22 ou superior, sistema de boot (disquete ou cd-rom), controladoras IDE/SATA.

Licença: Freeware.



Pontos Positivos

  • Realiza diagnóstico rápido e preciso das partes mecânicas;

  • Permite reduzir e dividir fisicamente o tamanho do HD;

  • Visualiza atributos e executa os testes SMART;

  • Permite deletar totalmente as informações do HD;

  • Permite acesso a setores de baixo nível;

  • Oferece funções para gerenciar o sistema de segurança do HD;

  • Realiza testes em condições extremas;

  • Cria log das operações realizadas;

  • Recupera os dados de clusters defeituosos.




Pontos Negativos





  • Funciona na maioria das vezes com o HD somente em modo slave.

  • Não espere milagres (hehehe).



Em ação:



1. Como vou exemplificar o MHDD funcionando apartir de um disquete, teremos que cria-lo, no site do desenvolvedor do software já existe um programa que gera automaticamente esse disquete com boot e com o MHDD. O nome do software é Magic Boot Disk v2.0 e pode ser obtido aqui.



2. Depois de baixado, execute-o, e tenha em mãos um disquete formatado para a criação do disco de boot.



Importante:

Entre no disquete e verifique que exista uma pasta MHHD, entre nessa pasta e efetue a descompactação do arquivo mhdd.zip para dentro do mesmo disquete.



3. O próximo passo a fazer, é colocar o nosso HD como Slave no micro, não vou me reter muito neste ponto, pois não é a nossa finalidade, portanto de uma olhada nesse link caso tenha dúvidas de como proceder para coloca-lo em modo Slave. Ou use os comentário que tentarei ajudar! =)



4. Depois do nosso disquete pronto, é hora de iniciar o micro a partir dele. Então verifique na BIOS se o disquete é nossa primeira opção de Boot. Vou dar uma "canja" para vocês, para entrar na BIOS inicie o computador e fique precionando em seguida a tecla delete, geralmente para trocarmos a ordem do setor de inicialização é necessário ir até a aba Boot dentro da BIOS, coloque como primeira opção de boot o disquete, cada fabricante é um caminho diferente estou expondo a forma mais genérica.



5. Quando o disquete começar a iniciar a seguinte opção será mostrada, inicie como segue:







6. Depois de iniciado o sistema teremos que entrar na pasta do MHDD, aquela que verificamos anteriormente:

A:\cd mhdd

A:\MHDD\cd mhdd

A:\MHDD\MHDD\mhdd.exe



7. Neste momento o MHDD vai tentar identificar os Discos instalados no seu computador, no meu caso, ele identificou o Disco Virtual HD 1.1 (em destaque) e o Virtual CD. Selecione a opção desejada digitando o número do Disco a ser diagnosticado.





8. Abaixo a tela de serviço do MHDD, nela que vamos inserir os comandos para a execução dos processo de diagnóstico.





9. Fazer fazer um procedimento simples, para verificar o que nos espera, faremos uma simples varredura no HD para verificar se existem Bad Blocks. Então faça o seguinte, digite scan, logo em seguida vai aparecer uma caixa de opções, não vamos mudar nada nesse momento, somente vamos iniciar o procedimento apertando as teclas CTRL+ENTER ou somente a tecla F4.



Logo depois de alguns segundos o processo de diagnóstico já deve ter começado, semelhante a este:





Bom pessoal o primeiro passo foi dado, na segunda parte veremos como entender melhor a legenda dos erros, e como efetuar procedimentos para salvar aqueles setores inacessíveis.

 

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