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Seagate pretende cancelar a fabricação de discos rígidos IDE

Para quem ainda tem Placa Mãe e disco rígido com tecnologia IDE, pode ir dando adeus a esses dispositivos, é melhor ir preparando um upgrade para HD's SATA.

A Seagate, fabricante de discos rígidos para computadores, interromperá a produção de drives com a tecnologia IDE, já bastante antiga, e passará a produzir apenas modelos com a nova tecnologia SATA. Os drives SATA, além de mais rápidos, são menos complicados de ser instalados em um computador e facilitam a circulação de ar no gabinete pela menor espessura dos cabos. Além disso, muitos dos computadores atuais não são mais compatíveis com a antiquada tecnologia IDE.

Fonte: http://midiacon.com.br/?page=noticias&codNoticia=4827

Um pouco sobre sistemas de arquivos

Muitos usuários de Windows já ouviram falar em partições FAT ou FAT32 sem saber ao certo o que isso significa. Essas são siglas de sistemas de arquivos para o Windows. Para este mesmo sistema operacional, há também o sistema de arquivos NTFS, a ser visto em outro artigo. Veja neste artigo o que é um sistema de arquivos e conheça os tipos FAT e FAT 32.

O que é um sistema de arquivos
Não é possível gravar dados num HD ou num disquete sem um sistema de arquivos, que é, basicamente, uma estrutura que indica como os arquivos devem ser gravados e guardados em mídias. Através do sistema de arquivos, é que se determina o espaço utilizado no disco, além de ser o método que permite gerenciar como partes de um arquivo podem ficar "espalhadas" no dispositivo de armazenamento. Um outro detalhe importante: é o sistema de arquivos que determina como arquivos podem ser gravados, copiados, alterados, nomeados e até apagados. Ou seja, resumindo, toda e qualquer manipulação de dados numa mídia necessita de um sistema de arquivos para que essas ações sejam possíveis. Se não houver estrutura de armazenamento e manipulação é impossível gravar dados.

O sistema de arquivos FAT
FAT é a sigla para File Allocation Table (ou tabela de alocação de arquivos). O primeiro FAT surgiu em 1977, para funcionar com a primeira versão do DOS. Trata-se de um sistema que funciona através de uma espécie de tabela que contém indicações para onde estão as informações de cada arquivo. Quando um arquivo é salvo num disquete por exemplo, o FAT divide a área do disco em pequenos blocos. Assim, um arquivo pode (e ocupa) vários blocos, mas eles não precisam estar numa seqüência. Os blocos de determinados arquivos podem estar em várias posições diferentes. Daí a necessidade de uma tabela para indicar cada bloco.
Com o surgimento de dispositivos de armazenamento com mais capacidade e mais sofisticados, o sistema FAT foi ganhando alterações (identificadas pelos nomes FAT12 e FAT16). Isso foi necessário porque o FAT era limitado a determinada capacidade de armazenamento. Por exemplo, ele só operava com tamanho máximo de 2 GB. Assim, num disco de 5 GB, seria necessário dividi-lo em 3 partições. Fora o fato de que o FAT apresentava problemas com informações acima de 512 MB. Diante de tantos problemas, em 1996, a Microsoft lançou um novo FAT: o FAT32, que é compatível com os Windows 9x/Me/2000 e XP (apesar destes dois últimos terem um sistema de arquivos mais avançado, o NTFS).

Tamanho de cluster
O sistema FAT exige que cada cluster do disco seja usado somente para um único arquivo, ou seja, num mesmo cluster, não pode haver informações sobre mais de um arquivo. Isso pode até parecer óbvio, mas gera um problema: desperdício. Para mostrar isso, vamos supor que desejamos guardar num disquete um arquivo de 5 KB. Imaginemos que este disquete tenha 8 KB de espaço e dois clusters de 4 KB. Um cluster ocuparia 4 KB do arquivo, enquanto o outro cluster ocuparia apenas 1 KB. Como o cluster só pode trabalhar com um arquivo, haveria desperdício de 3 KB. Vamos imaginar agora que em vez de termos clusters com 4 KB, teremos clusters com 2 KB. Assim, 3 cluster seriam usados, sendo que um ainda apresentaria desperdício de 1 KB. No entanto, sobrou um cluster com 2 KB, que pode ser usado por outro arquivo.
Percebe-se com isso que o tamanho do cluster deve ser o máximo que o FAT consegue manipular. Aliás, a principal diferença entre FAT e FAT 32, é que este último consegue trabalhar com um número maior de clusters.

Diferenças entre FAT e FAT32
O sistema FAT (ou FAT16) consegue trabalhar com 65536 clusters. Esse número é obtido elevando o número 2 a 16 (daí a terminologia FAT16). Mas, na verdade, o sistema FAT16 usa apenas 65525 clusters por disco (ou partição). É importante frisar que o tamanho do cluster deve obedecer também uma potência de 2: 2 KB, 4 KB, 8 KB, 16 KB e 32 KB, ou seja, não é possível ter cluster de 5 KB, 7 KB, etc. O tamanho dos clusters no sistema FAT também é uma potência de 2. O limite máximo de tamanho para uma partição em FAT16 é de 2 GB (correspondente a 2 elevado a 16).
Já no caso do sistema de arquivos FAT32 (seu nome se deve ao mesmo motivo que no FAT32), o tamanho dos clusters é determinado através da relação entre os comandos FDISK e FORMAT, apesar de que é possível determinar o tamanho do cluster do FAT32 também por programas de terceiros, com o Partition Magic (não é possível ter clusters de diferentes tamanhos). O tamanho máximo da partição em FAT32 é de 2 TB. Mas se você fizer a contas notará que 2 elevado a 32 é equivalente a 128 TB. Então porque o FAT32 usa somente 2 TB? Pode parecer confuso, mas o número máximo de clusters no caso do FAT32 não é de 2 elevado a 32. Apesar de seu endereçamento ser de 32 bits, na verdade são usados apenas 28 bits. Com isso, a quantidade máxima de clusters seria 2 elevado a 28, que corresponde a 8 TB. Não está errado, é 8 TB mesmo! Então, qual a razão do FAT32 ter tamanho máximo de espaço de 2 TB? Segundo a Microsoft, o número máximo de setores (setores, não clusters!) que um disco pode ter é de 2 elevado a 32. Como cada setor tem 512 bytes, o tamanho máximo de um disco no FAT32 acaba sendo de 2 TB.
As diferenças entre FAT (ou FAT16) e FAT32 não param por aí. O FAT32 também é mais confiável, além disso este sistema também consegue posicionar o diretório principal em qualquer lugar do disco. Fora o fato de que no sistema FAT, havia uma limitação no número de entradas que podiam ser alocadas no diretório principal (512 arquivos e/ou pastas). Não há essa limitação no FAT32.
Algo curioso de ser citado, é que o FAT32 pode mudar o tamanho da partição sem perder dados. Apesar desta capacidade, a Microsoft, por alguma razão misteriosa, não implementou esta característica no FAT 32. Hoje em dia, programas particionadores, como o Partition Magic ou então particionadores de disco de distribuições Linux, conseguem redimensionar uma partição FAT32 "inserido" este poder ao sistema de arquivos.

Mais sobre FAT32
O sistema FAT32 precisa de alterações para trabalhar perfeitamente com discos (ou partições) maiores que 8,4 GB de tamanho. Discos que possuam esse limite de tamanho usam a forma de endereçamento CHS (Cylinder-Head-Sector), onde cada setor do disco é unicamente endereçado usando-se o Cilindro (Cylinder), a cabeça de leitura (Head) e o setor (Sector) da trilha definida pelo cilindro e cabeça anteriores. Para contornar isso, foi criado o método LBA (Logical Block Addressing) onde cada setor do disco é endereçado através de um número único fornecido pelo BIOS. Com o LBA é possível trabalhar com discos de dezenas de GB.
O Windows consegue trabalhar com discos reconhecidos por LBA. No entanto, pode haver problemas quando o HD (ou a partição) possui mais de 1024 cilindros. Para contornar isso, foi criado o sistema FAT32X, onde a tabela de alocação de arquivos é deslocada para o fim do disco. Essa técnica evita o problema porque com mais de 1024 cilindros, a FAT não consegue armazenar todas as informações sobre o disco. Jogando-a para o final do disco, a limitação é burlada, já que a mantendo no início do disco, por uma série de razões, não é possível aumentar o tamanho da tabela.

Manipulando o sistema FAT32
É possível manipular o tamanho dos clusters de uma partição FAT32, no intuito de melhorar o desempenho do mesmo. O InfoWester, no entanto, não se responsabiliza por qualquer dano que isso venha causar em seu computador. O faça por sua conta e risco.
Sabe-se que quanto menor um cluster, menor o desperdício. No entanto, isso aumenta a quantidade de clusters, e quanto mais clusters existir, mais demorado será o uso do sistema de arquivos. Portanto, usar tamanho de clusters com 8 KB, pode ser uma boa idéia, já que esse valor consegue gerar um equilíbrio. No entanto, deve-se considerar vários outros aspectos técnicos para se definir o tamanho do cluster. Isso deixa claro que esta operação é voltada a usuários experientes.
Para definir o tamanho do cluster, pode-se usar programas de terceiros ou usar um recurso não documentado pela Microsoft do comando FORMAT. Para deixar o tamanho do cluster com 8 KB, digite no DOS:
FORMAT C: /Z:16
O número 16 é usado porque 16 x 512 bytes = 8 KB. Se em vez de 16, fosse usado 32, o cluster teria 16 KB (32 x 512 bytes = 16 KB).

O que é VFAT
VFAT é a sigla para Virtual File Allocation Table. Trata-se de um sistema introduzido no Windows 95. Ele possui as mesmas características do sistema FAT, mas pode suportar nome de arquivos longos. O sistema de arquivos FAT só trabalha com nomes no estilo 8.3 (8 caracteres para o nome e 3 para a extensão, como "palavras.txt").Com o VFAT, é possível ter nomes de arquivos com até 256 caracteres mais 3 para a extensão. O sistema FAT32 herdou todas as características do VFAT.


Fonte http://www.infowester.com/fat.php

O HD visto por dentro!

Um vídeo muito interessante, que mostra todo o funcionamento do Disco Rígido.
Como ele reage quando copiamos arquivos, apagamos arquivos, etc..

Vale a pena conferir!



Um pouco de informação - 1ª Parte

Neste momento pretendo escrever um pouco sobre o Disco Rígido ou como é popularmente conhecido HD (Hard Disk). O HD é um componente lacrado contendo discos de metal, recobertos por material magnético onde os dados são gravados por cabeças, e revestido por material metálico.

Hoje em dia existem vários modelos de Disco Rígido, como: IDE/ATA, Serial_ATA, SCSI, Fibre channel, SAS, ...


Como funciona a gravação e a leitura dos dados

Os discos magnéticos de um disco rígido são recobertos por uma camada magnética extremamente fina. Na verdade, quanto mais fina for a camada de gravação, maior será sua sensibilidade, e conseqüentemente maior será a densidade de gravação permitida por ela. Poderemos então armazenar mais dados num disco do mesmo tamanho, criando HDs de maior capacidade.

Os primeiros discos rígidos, assim como os discos usados no início da década de 80, utilizavam a mesma tecnologia de mídia magnética utilizada em disquetes, chamada coated media, que além de permitir uma baixa densidade de gravação, não é muito durável. Os discos atuais já utilizam mídia laminada (plated media); uma mídia mais densa, de qualidade muito superior, que permite a enorme capacidade de armazenamento dos discos modernos.

A cabeça de leitura e gravação de um disco rígido funciona como um eletroímã semelhante aos que estudamos nas aulas de ciências do primário, sendo composta de uma bobina de fios que envolvem um núcleo de ferro. A diferença é que num disco rígido, este eletroímã é extremamente pequeno e preciso, a ponto de ser capaz de gravar trilhas medindo menos de um centésimo de milímetro.

Quando estão sendo gravados dados no disco, a cabeça utiliza seu campo magnético para organizar as moléculas de óxido de ferro da superfície de gravação, fazendo com que os pólos positivos das moléculas fiquem alinhados com o pólo negativo da cabeça e, consequentemente, com que os pólos negativos das moléculas fiquem alinhados com o pólo positivo da cabeça. Usamos neste caso a velha lei “os opostos se atraem”.

Como a cabeça de leitura e gravação do HD é um eletroímã, sua polaridade pode ser alternada constantemente. Com o disco girando continuamente, variando a polaridade da cabeça de gravação, variamos também a direção dos pólos positivos e negativos das moléculas da superfície magnética. De acordo com a direção dos pólos, temos um bit 1 ou 0.

Para gravar as seqüências de bits 1 e 0 que formam os dados, a polaridade da cabeça magnética é mudada alguns milhões de vezes por segundo, sempre seguindo ciclos bem determinados. Cada bit é formado no disco por uma seqüência de várias moléculas. Quanto maior for a densidade do disco, menos moléculas serão usadas para armazenar cada bit e teremos um sinal magnético mais fraco. Precisamos então de uma cabeça magnética mais precisa.

Quando é preciso ler os dados gravados, a cabeça de leitura capta o campo magnético gerado pelas moléculas alinhadas. A variação entre os sinais magnéticos positivos e negativos gera uma pequena corrente elétrica que caminha através dos fios da bobina. Quando o sinal chega na placa lógica do HD, ele é interpretado como uma seqüência de bits 1 e 0.

Vendo desta maneira, o processo de armazenamento de dados em discos magnéticos parece ser simples, e realmente era nos primeiros discos rígidos (como o 305 RAMAC da IBM), que eram construídos de maneira praticamente artesanal. (Apesar de nos discos modernos terem sido incorporados vários aperfeiçoamentos, o processo básico continua sendo o mesmo.)
(fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hd)




HD de 1 Terabyte?

A Seagate e a Samsung revelaram seu disco de 1 TB (Terabyte) logo depois da Hitachi Global Storage Technologies lançar no mercado seus HD's de 1 TB.

As vendas só terão inicio no final de 2007.

Abaixo a embalagem no HD de 1 TB da Hitachi que já esta a venda!


Na www.pcconnection.com o modelo Hitachi 1TB Deskstar 7K1000 7200RPM SATA II Hard Disk Drive- 32MB Buffer esta saindo por miseros $429.95.
Pra quem pode! Boas compras!

Curiosidade

Sabem o que é isso na figura abaixo?



Nada mais é do que o RAMAC 305 da IBM. O primeiro disco rígido construído, era formado por nada menos que 50 discos de 24 polegadas de diâmetro, com uma capacidade total de 5 megabytes, pesando em torno de 1 tonelada.
E muita gente reclamando do seu pen-drive de 2GB né?
Olhem o tamanho dos discos da criança.


Como recuperar arquivos com PC Inspector File Recovery 4.0

Deletou acidentalmente aquele arquivo importante? Deletou a pasta inteira? Nossa!
O desespero bateu, mas o PC Inspector File Recovery é um análgésico para a nossa cabeça.
Além de tudo, é freeware!

Então, vamos a ele:

PC Inspector File Recovery 4.0


Site do fabricante para download: http://www.pcinspector.de
Objetivo: Recuperação de dados apagados acidentalmente ou não.
Sistema de arquivos suportados: FAT 12 - 16 - 32 e NTFS.

Pontos Positivos:
  • Localiza as partições automaticamente;
  • Recupera os arquivos com seus atributos originais de data e hora;
  • É possível salvar os arquivos recuperados em drives de rede;
  • Recupera arquivos mesmo quando certas informações não estão mais disponíveis;
  • Tem uma função especial de recuperação que suporta os seguintes formatos: ARJ, AVI, BMP, CDR, DOC, DXF, DBF, XLS, EXE, GIF, HLP, HTML, HTM, JPG, LZH, MID, MOV, MP3, PDF, PNG, RTF, TAR, TIF, WAV e ZIP.
Pontos Negativos:
  • Se o disco rígido possui danos físicos a recuperação fica comprometida;
  • O HD deve ser reconhecido pelo computador, pois sem isso o software não executa a procura;

Usando:

1. Depois de instalado, a primeira tela que veremos, ao executarmos o File Recovery é a de escolha do idioma, sugiro que escolha: English




2. Agora vamos selecionar a opção Recovery deleted files (Recuperar arquivos deletados).
Lembrando que o software oferece ainda mais dois recursos:
Find lost data (Busca por arquivos perdidos, no caso de ocorrer uma formatação no mesmo ou se aconteceu um problema nos arquivos do sistema)
Find lost drive (Busca por um HD perdido ou corrompido)


3. Automaticamente o software vai verificar os HD's instalados na máquina mostrando-os com seus respectivos nomes lógicos. Agora selecione o HD onde os dados foram perdidos, repare no exemplo que selecionamos o disco "DADOS1', e em seguida clique no item identificado como "V".


4. Verifique nesse momento ao lado esquerdo a pasta "Deleted" e todas as pastas e arquivos que aparecem na cor verde, esses são os dados que possívelmente podem ser salvos.


5. Clique com o botão direito do mouse na pasta e/ou arquivo que você queira recuperar, e então na opção "Save to..."


6. Agora simplesmente escolha um local seguro para salvar os arquivos recuperados, e desfrute aquele arquivo que foi deletado ou perdido.



7. É simples assim mesmo, recomendamos salvar o arquivo em um HD seguro, caso o disco rígido volte a dar problemas ou os arquivos simplesmente "sumir". Mas se foi simplesmente um acidente não tem problema em salvar no mesmo Disco.


Bem-Vindos

Aqui vamos detalhar todos os recursos de diversas ferramentas para a Recuperação de Hd's, arquivos deletados, pen-driver com problemas, etc...
 

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